quinta-feira, 16 de junho de 2011

Porque o azeite parou?

II Reis 4;6 - E sucedeu que, cheias que foram as vasilhas, disse a seu filho: Traze-me ainda uma vasilha. Porém ele lhe disse: Não há mais vasilha alguma. Então o azeite parou.

Antes de abençoar a viúva, Eliseu ordenou que ela arranjasse o maior número possível de vasos. Todos os vasos que ela colocou à disposição do profeta foram cheios de azeite. Lá pelas tantas, o filho dela informa: "Não há mais vaso nenhum. Então o azeite parou" (II Reis 4:6).

O Senhor não empurra Suas bênçãos por nossa garganta abaixo. Por uma razão difícil de entendermos, Ele quer a nossa participação e colaboração. O profeta garantiu dar à viúva todo o azeite possível - só impôs uma condição: ela teria que providenciar tantos vasos quantos pudesse. Por isso, quando acabaram os vasos... "o azeite parou".

Este é o desafio do Senhor para a nossa vida: quanto de nós mesmos estamos colocando à disposição do Senhor? Quanto de nós ainda está precisando ser entregue ao Senhor? Quanto azeite queremos receber?

Por mais esquisito que pareça, o limite da bênção não está em Cristo. O limite da bênção está nas limitações que estabelecemos. Por que seu azeite parou?

Os Dois Cavalos


Num pasto vivem dois cavalos . De longe, parecem cavalos como os outros, mas, quando se olha bem, percebe-se que um deles é cego. Contudo, o dono não se desfez dele e arranjou-lhe um amigo, - um cavalo mais jovem.
Se você ficares observando, ouvirás um sino.
Procurando de onde vem o som, verás que há um pequeno sino no pescoço do cavalo menor. Assim, o cavalo cego, sabe onde está seu companheiro e vai até ele
.

Ambos passam os dias pastando e no final do dia o cavalo cego segue o companheiro até o estábulo.
O  cavalo com o sino, está sempre olhando se o outro o acompanha e, às vezes, pára, para que o outro possa alcançá-lo.
O cavalo cego, guia-se pelo som do sino, confiante que o outro o está levando para o caminho certo.
Lição da história:
Como o dono desses dois cavalos, Deus não se desfaz de nós só porque não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou defeitos.
Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio quando precisamos.
Algumas vezes somos o cavalo cego, guiado pelo som do sino daqueles que Deus coloca em nossas vidas.
Outras vezes, somos o cavalo que guia, ajudando outros a encontrar seu caminho. E assim são os bons amigos. Não precisas vê-los, mas eles estão lá.

Experimentando a Paz de Deus

Tu, Senhor, guardarás em perfeita paz aquele cujo propósito está firme, porque em Ti confia. Isaías 26:3,

Neste mundo pontilhado diariamente com ataques terroristas, estupros, homicídios e todo tipo de violência e miséria humana, como é possível ter paz? Nosso texto revela o segredo da paz em meio às tormentas da vida: confiança em Deus. Suponho que seja possível ter firmeza de propósito por outras razões – talvez por ser obstinado e inflexível – mas não há paz nesse tipo de firmeza. A firmeza a que o texto se refere significa ser inabalável, ou leal. Quando decides ser leal a Deus porque aprendeste a confiar nEle, então Ele te dá paz – mais do que isso, perfeita paz.
Deus não nos pede que confiemos nEle cegamente. No Salmo 34:8, Ele nos convida: “Provem, e vejam como o Senhor é bom.” Nosso Pai celeste sabe que precisamos prová-Lo de modo pessoal, a fim de realmente conhecê-Lo e confiar nEle.

Quando meu filho, Brandon, tinha 10 anos de idade, prendeu o dedo na engrenagem da bicicleta. Ele sempre fora um garoto sensível, que não suportava ver sangue, mas, na sala de emergência, enquanto o médico tratava do seu dedo, notei que Brandon observava atentamente, o tempo todo. Quando voltamos para casa, perguntei como ele conseguira suportar ficar olhando; a ponta do osso fraturado estava exposta e, para mim, aquilo era repulsivo. Brandon respondeu que temia que o médico resolvesse cortar o dedo, ou parte dele, e por isso ficou observando para ter certeza de que aquilo não aconteceria! Tive que sorrir diante dos infundados temores de uma criança, temores que só aumentaram sua aflição durante a experiência no pronto-socorro. Teria sido mais fácil se ele confiasse na pessoa encarregada de cuidar dele, um médico preparado que sabia exatamente o que fazer.

E nós? Quantas vezes deixamos de procurar Aquele que não apenas sabe exatamente o que fazer, mas deseja sempre o melhor, o que é para nosso máximo bem eterno? Ele deve balançar a cabeça quando deixamos de desfrutar a paz que vem da confiança nEle. Paulo nos diz como experimentar a paz de Deus: orando por tudo (Filipenses 4:6, 7). Ao aprendermos a entregar tudo em oração, Deus, que é mais do que fiel, certamente nos concederá a paz que excede todo entendimento.

Carla Baker